Eu desenhei o “SOL”
No braço do meu violão
E você me deu um “SI”
Quando sorriu pra mim
Ao me ouvir
Cantar essa canção
Será que “LÁ”
No fundo do seu coração
Tem “DÓ” de “MI”
“RÉ”, “FÁ”
Refarei meus versos
Para expressar esse sentimento

Minhas Poesias
Eu desenhei o “SOL”
No braço do meu violão
E você me deu um “SI”
Quando sorriu pra mim
Ao me ouvir
Cantar essa canção
Será que “LÁ”
No fundo do seu coração
Tem “DÓ” de “MI”
“RÉ”, “FÁ”
Refarei meus versos
Para expressar esse sentimento
Olá garota
Misteriosa da telinha
Como vai?
Eu estou de boa!
E quero saber
Tudo sobre você
Então, sem cerimônias
por favor me conte
E mate a minha curiosidade
Acorde e se levante
Abra a janela
Para o sol clarear
O seu dia
Pela fé agradeça
Tome o seu café
Coloque a cabeça pra pensar
E peça sabedoria
Saiba que a felicidade
Pode estar nas escolhas
Que você terá
Que fazer
Não deixe a vaidade
Te cegar
Não jogue fora
As suas chances de acertar
Se até a alegria
Precisa ser compartilhada
Não seja egoísta
Com as suas coisas
Então, por que
Não ajudar as pessoas?
Talvez essa seja a resposta
Que vai te deixar diferente
Diferente de tudo
Que você já pensou
Consciente em seus atos
Por um mundo melhor
Eu sei que todo recomeço
Tem um preço
E o nosso será
O de fazer aquilo que é certo
Por isso, faça
Não tenha medo
Das consequências
Ou do futuro incerto
E não se preocupe
Com o tempo
Porque o universo
Trará a recompensa
E a paz
Que você merece
Pelo o que você faz
Com suas atitudes e palavras
O preço de fazer o que é certo
Julio Cantuária
Salve o índio
Nativo dessa terra
Ser humano que vive
Perseguido igual os bichos
Pelos capatazes
Dos doutores da guerra
Saudades do trabalho
Do bate papo no café
Saudades da correria
Para cumprir o horário
Saudades de caminhar a pé
E sem destino
Quando o clarão
De um novo dia
Vem raiando forte
E bate na minha porta
Eu desperto
Coloco os pé no chão
Me sinto vivo
E tomado pela fé