Eu sei que a vida é uma dádiva
Mas o mundo nos impõe
Um grande fardo
Em que tristezas e lágrimas
Nós deixam pra baixo
Mas se as coisas estão difíceis
Então olhe para o lado
E vai perceber
Que Infelizmente tem gente
Em situação ainda pior
E o que fazer pra ter
Um alívio imediato desse fardo
Se apesar da dó
De ver cidadãos abandonados
Ainda continuamos parados
Abandonados por deus
E pelo diabo do Estado
Sendo segregados
E escravizados pela miséria
Criada por ratos ambiciosos
E o sangue jorra pela terra
Nutrindo o ódio
Revoltas, violências e guerras
E todos querem a mesma coisa
Que é acumular riquezas
Para oprimir o próximo
Como viver assim?
Se o mundo é só de quem tem
E a maldade está longe do fim
Porque anjos e demônios
Só dizem amém
Mas não lutam por essa causa
Aliás, eles só dizem amém
Para o dinheiro
Que lhes são oferecidos
E o dinheiro é desejo
Do mundo inteiro
É motivos
De guerras e preces
De pestes e mortes
De monstros e mitos
E razão de um povo esquecido
Abandonados por deus é o diabo
Julio Cantuaria


Muito lindo
Olá Silvana.
Eu quero lhe dizer que sou muito grato pelo carinho e incentivo.
Que a poesia esteja sempre em nós.
Um grande abraço.
Muito obrigado Silvana Faria!
Um abraço.