Quem não te conhece
É que te compra
Como livro que se vende
Pelo que se apresenta na capa
Afinal a sua hipocrisia é tanta
Que transborda nas atitudes
E nas besteiras
Que você propaga

Minhas Poesias
Quem não te conhece
É que te compra
Como livro que se vende
Pelo que se apresenta na capa
Afinal a sua hipocrisia é tanta
Que transborda nas atitudes
E nas besteiras
Que você propaga
Salve o índio
Nativo dessa terra
Ser humano que vive
Perseguido igual os bichos
Pelos capatazes
Dos doutores da guerra
Saudades do trabalho
Do bate papo no café
Saudades da correria
Para cumprir o horário
Saudades de caminhar a pé
E sem destino
Quando o clarão
De um novo dia
Vem raiando forte
E bate na minha porta
Eu desperto
Coloco os pé no chão
Me sinto vivo
E tomado pela fé
Um pensador decifrando
Os enigmas
Dessa nossa realidade
Tão sofrida
Entendeu que uma mudança
De paradigma
É o que trará de fato
Uma mudança de vida
Eu nunca fui da cena
Mas não tem problema
Afinal, o que me importa
E que as boas ideias
Assim como os poemas
Vão nascendo
Nos variados momentos
E abrangendo vários temas