No contraste
De um lado
É tanta pobreza
Nesse meu país
Onde o trabalhador
Pobre e infeliz
Tem salário mínimo
E é descartado
Como o lixo
Na mãe natureza

Minhas Poesias
No contraste
De um lado
É tanta pobreza
Nesse meu país
Onde o trabalhador
Pobre e infeliz
Tem salário mínimo
E é descartado
Como o lixo
Na mãe natureza
Eu juro que pensei
No que fazer
Pra chamar a atenção
Da nossa população
Contra as mentiras
Manipulação e intrigas
Na disputa pelo poder
Na sociedade brasileira
Se nessa estrutura social
Pobre não tem vez
E o congresso nacional
Só representa burguês
Você nega
Que tenha preconceito
Dentro de você
Mas o seu olhar
Não consegue disfarçar
Que censura a minha liberdade
Essa sua intolerância
Refuta a cor
Da minha pele negra
Que momento triste é esse
Do meu Brasil
Dizer o quê
Se a discrença explodiu?
E tomou conta
De almas e corações
Que se prenderam às ilusões
Que são tantas
Como definir
O congresso nacional?
Será que podemos
Dizer assim?
O grande pregão
Da bolsa de valores do Brasil
A serviço do mercado
E do interesse individual?
Bem vindo
ao mundo divido
Em ideologias
E suas dinastias
De cristãos e pagãos
Que não vivem a fraternidade
E o amor de seu “Cristo”