Porque o cidadão de bem
Se tornou refém
Dessa violência?
De quem é a culpa
Por essa grande falta
De consciência?
Eu sei que a nossa paciência
Já se esgotou
Mas nada mudou

Minhas Poesias
Porque o cidadão de bem
Se tornou refém
Dessa violência?
De quem é a culpa
Por essa grande falta
De consciência?
Eu sei que a nossa paciência
Já se esgotou
Mas nada mudou
Os livros me fazem sentir livre
A poesia me traz
Diversas sensações
Como alegria, paz
Imaginar as ações
Continue lendo “Tutorial pra ser feliz”Você vive dizendo
Que nós somos amigos
E que eu não lhe convido
Para sair por aí
Para a gente se ver
Bater um papo
Matar a saudade
Hoje eu vivo só
E não passo
De um sonhador
E quando criança
Eu sonhei
Em ser um herói
Continue lendo “O maluco e sonhador”Nós não nos conhecemos de verdade. Ás vezes eu finjo que te tenho e você finge que acredita.
Nós nos esbarramos poucas vezes, eu tenho mania de fingir que sei seu nome, mas a verdade é que não me lembro com frequência de você. Continue lendo “Uma dose de amor próprio”
Ei você que se acha
A última bolacha
Doce do pacote
E vive cuspindo pra cima
Brincando com a sorte
Saiba que eu não estou
Torcendo contra
Aliás, sou a favor
Da sua felicidade
Mas o destino sempre apronta