Se indigar, se revoltar
Com tudo o que é errado
Combater a corrupção
Questionar e criticar
Politicos, empresários
Leis e decisões do Estado
É direito e dever
De cada cidadão

Minhas Poesias
Se indigar, se revoltar
Com tudo o que é errado
Combater a corrupção
Questionar e criticar
Politicos, empresários
Leis e decisões do Estado
É direito e dever
De cada cidadão
A vida é tão frágil
Que num sopro
Num piscar de olhos
Ela se vai
E deixa a dor
O desespero
E a saudade
Em quem ficou
A vida é tão imprevisível
E ninguém sabe
Se as tragédias
São acasos ou destinos
Ainda nem amanheceu
E já estou de pé
Depois da minha prece
Uma pausa para o café
Escuto um dub music
Para alegrar o dia
Enquanto leio as notícias do jornal
Mas, só quem não perdeu
Em tempos de conflitos
Entre deuses, mitos
E um povo iludido
Eu prefiro me isolar
Em lugar tranquilo
Para medidar