Eu sei que você não pensa
Mas o seu crime não compensa
E as consequências
Caem sobre nossas cabeças
E nós cidadãos de bem
Somos reféns da violência
Onde ninguém
Mede as consequências

Minhas Poesias
Eu sei que você não pensa
Mas o seu crime não compensa
E as consequências
Caem sobre nossas cabeças
E nós cidadãos de bem
Somos reféns da violência
Onde ninguém
Mede as consequências
Ver o dia nascer
É tão lindo
E ele fica melhor
Quando você
Abre-me o sorriso
E a gente sai por aí
Logo cedo
Pra caminhar, pedalar
Respirar o ar
Ele quiz
Seguir os exemplos do pai
Sem se quer entender
Que o seu coroa era infeliz
Infeliz por ser viciado
E na loucura maltratava a mãe
Os filhos
E não via ninguém ao seu lado
Além disso
Antes dos quarenta
Ele que deixou de sonhar pra vegetar
Teve um fim trágico
Já não dá pra calcular
Essa dor que sinto no peito
Causada pela sua falta
E sinceramente, o jeito
É desabafar no braço
Do meu violão
Companheiro sincero
Do meu pobre
E triste coração
Eu não faço pose
De arminha
Pra sair na foto
Eu mando é logo
Uma rajada musical
Onde a munição é a poesia
Que me afasta do mal
E me faz ser forte
Na luta pelo pão de cada dia
Se você gosta
De carnaval
Saiba que o exagero
É o que faz mal
Saiba também
Que o respeito
É a resposta
E o diferencial
Para embarcar nesse trem
E curtir em paz