Eu desenhei o “SOL”
No braço do meu violão
E você me deu um “SI”
Será que “LÁ”
No fundo do seu coração
Tem “DÓ” de “Mi”
“RÉ”, “FA”, refarei
Essa canção pra ti

Minhas Poesias
Eu desenhei o “SOL”
No braço do meu violão
E você me deu um “SI”
Será que “LÁ”
No fundo do seu coração
Tem “DÓ” de “Mi”
“RÉ”, “FA”, refarei
Essa canção pra ti
Eu sinto tanto a sua falta
Baby por que você não volta?
Desapegue dessa magoa
E abra a porta
Do seu coração
E me deixe entrar
De vez na sua vida
Linda não me diga não
A vida é uma dádiva divina
E a beleza que enxergo
Não se intimida
Com a riqueza, poder e o ego
E na simplicidade do amor
Na bondade do gesto
Se nasce o novo
E até o recomeço vem sorrindo
Foi numa roda de amigos
Ao relento da noite
Tomando goles
Batendo viola
Coisa totalmente
Fora de moda
Que eu criei coragem
E aproveite uma breve
E oportuna pausa pra contar
Que contei às estrelas do céu
Numa dessas noites
Longas e solitárias
Ver o dia nascer
É tão lindo
E ele fica melhor
Quando você
Abre-me o sorriso
E a gente sai por aí
Logo cedo
Pra caminhar, pedalar
Respirar o ar
Lua no mar afora
Na imensidão do céu
Constelações de estrelas
Por do sol na montanha
Sei que é lindo o colorido
Da mãe natureza
De meu Deus, e eu
Nem consigo vê la
Existem tantas coisas belas
Por aí
Mas estão tão longe de mim
Quanto ela