Em meio a tanto baralho
Dessa tumultuada cidade
Devido as diversas formas
De poluição sonora
Camuflada de liberdade
Que causam distorções
Ruídos e conflitos
Na comunicação
Dentro e fora
De cada ser pensante
Exercitar o silêncio
É um privilegio

Minhas Poesias
Em meio a tanto baralho
Dessa tumultuada cidade
Devido as diversas formas
De poluição sonora
Camuflada de liberdade
Que causam distorções
Ruídos e conflitos
Na comunicação
Dentro e fora
De cada ser pensante
Exercitar o silêncio
É um privilegio
Pedalar é vida
Bora pedalar?
Exercitar o corpo
Distrair a mente
Subir o morro
Seguir a trilha
Para chegar
Sempre num lugar diferente
E na companhia dos amigos
O dia a dia fica tão lindo
Eu me sinto
Como um pequeno cometa
Perdido nesse vasto
Espaço virtual
Onde navegam ideias
Opiniões, lixos eletrônicos
E contradições ideologias
Que só promovem conflitos
Tudo começou
Com uma música
Que tocou no rádio
E foi como uma mágica
Que despertou o dom
Naquele coração sonhador
E aquele menino
Escolheu para si
O longo caminho
Ela, donzela, com os seus
Vinte e poucos anos
Está na flor da boa idade
Mas já tem a atitude
De não ficar esperando
Apenas pelo milagre
E assim como o seu sorriso é largo
O coração também é cheio de espaço
O sol e a lua
O céu e o mar
A mão e a luva
O sorriso e o olhar
A dama e o vagando
O cavalheiro e a donzela
A tampa e a panela
Eu e ela
É assim que Deus pintou
à comemoração do amor
Na tela que reflete à vida
Coisa linda
A tampa e a panela (eu e ela)