Em meio a tanto baralho
Dessa tumultuada cidade
Devido as diversas formas
De poluição sonora
Camuflada de liberdade
Que causam distorções
Ruídos e conflitos
Na comunicação
Dentro e fora
De cada ser pensante
Exercitar o silêncio
É um privilegio

Minhas Poesias
Em meio a tanto baralho
Dessa tumultuada cidade
Devido as diversas formas
De poluição sonora
Camuflada de liberdade
Que causam distorções
Ruídos e conflitos
Na comunicação
Dentro e fora
De cada ser pensante
Exercitar o silêncio
É um privilegio
O sol e a lua
O céu e o mar
A mão e a luva
O sorriso e o olhar
A dama e o vagando
O cavalheiro e a donzela
A tampa e a panela
Eu e ela
É assim que Deus pintou
à comemoração do amor
Na tela que reflete à vida
Coisa linda
A tampa e a panela (eu e ela)
Amor, amor, amor
É tudo que sei dizer
E não há nada melhor
Do que estar com você
Eu jamais pensei
Que seria abençoado assim
Foi Deus que trouxe você
Pra cuidar de mim
Saudade de alguém
Saudade de uma época
Daquela lembrança
Da infância
Saudade de alguém que voou
Saudade do tempo que passou
Saudade da brincadeira
E até mesmo da bicicleta
A vida é tão frágil
Que num sopro
Num piscar de olhos
Ela se vai
E deixa a dor
O desespero
E a saudade
Em quem ficou
A vida é tão imprevisível
E ninguém sabe
Se as tragédias
São acasos ou destinos
Eu estou a ponto
De jogar tudo pro alto
A rotina, o trabalho
E o compromisso pro espaço
Só para pegar a estrada
Pra ver o mar
Eu quero banhar o corpo
E lavar a alma
Nas águas salgadas
Do grande mar