Enquanto muitos pedem armas
Para fazer justiça
Com as próprias mãos
Eu peço livros e educação
Para fazer das palavras
Um movimento de revolução
Enquanto muitos propagam o ódio
Preconceito e intolerância
Por se acharem melhores e donos da razão

Minhas Poesias
Enquanto muitos pedem armas
Para fazer justiça
Com as próprias mãos
Eu peço livros e educação
Para fazer das palavras
Um movimento de revolução
Enquanto muitos propagam o ódio
Preconceito e intolerância
Por se acharem melhores e donos da razão
Diminuiu se o tempo
E ainda o perdem atoa
Aumentou o emburrecimento
As pessoas já não são boas
Agora estão cada vez mais longe
De decodificar a realidade
Para quebrar paradigmas
E ir além dessas grades invisíveis
Jah é o sol da manhã
É o ar que se respira
Jah é a água
Que nutre a vida
Jah é a imensidão
De céu e mar
É o brilho das estrelas
Em meio a escuridão da noite
O seu amor
É o meu vício
E eu vou
Pra te encontrar
Onde for preciso
Porque eu vivo
Na sua dependência
Mas dá pra notar
No teu sorriso
A tua indiferença
Ele quiz
Seguir os exemplos do pai
Sem se quer entender
Que o seu coroa era infeliz
Infeliz por ser viciado
E na loucura maltratava a mãe
Os filhos
E não via ninguém ao seu lado
Além disso
Antes dos quarenta
Ele que deixou de sonhar pra vegetar
Teve um fim trágico
Eu não faço pose
De arminha
Pra sair na foto
Eu mando é logo
Uma rajada musical
Onde a munição é a poesia
Que me afasta do mal
E me faz ser forte
Na luta pelo pão de cada dia