Enquanto muitos pedem armas
Para fazer justiça
Com as próprias mãos
Eu peço livros e educação
Para fazer das palavras
Um movimento de revolução
Enquanto muitos propagam o ódio
Preconceito e intolerância
Por se acharem melhores e donos da razão

Minhas Poesias
Enquanto muitos pedem armas
Para fazer justiça
Com as próprias mãos
Eu peço livros e educação
Para fazer das palavras
Um movimento de revolução
Enquanto muitos propagam o ódio
Preconceito e intolerância
Por se acharem melhores e donos da razão
Diminuiu se o tempo
E ainda o perdem atoa
Aumentou o emburrecimento
As pessoas já não são boas
Agora estão cada vez mais longe
De decodificar a realidade
Para quebrar paradigmas
E ir além dessas grades invisíveis
Por mais que a noite
Esteja sem lua
Não há nada melhor
Que dormir
Com o baralho da chuva
E eu desligo a mente
Pra não lembrar
Do passando, presente
Ou futuro
Jah é o sol da manhã
É o ar que se respira
Jah é a água
Que nutre a vida
Jah é a imensidão
De céu e mar
É o brilho das estrelas
Em meio a escuridão da noite
O seu amor
É o meu vício
E eu vou
Pra te encontrar
Onde for preciso
Porque eu vivo
Na sua dependência
Mas dá pra notar
No teu sorriso
A tua indiferença
Eu sei que você não pensa
Mas o seu crime não compensa
E as consequências
Caem sobre nossas cabeças
E nós cidadãos de bem
Somos reféns da violência
Onde ninguém
Mede as consequências