Eu me sinto
Como um cavaleiro perdido
No deserto de concreto e aço
Que é
O estado
De São Paulo
Eu me sinto
Como um exército
De um homem só

Minhas Poesias
Eu me sinto
Como um cavaleiro perdido
No deserto de concreto e aço
Que é
O estado
De São Paulo
Eu me sinto
Como um exército
De um homem só
Enquanto muitos pedem armas
Para fazer justiça
Com as próprias mãos
Eu peço livros e educação
Para fazer das palavras
Um movimento de revolução
Enquanto muitos propagam o ódio
Preconceito e intolerância
Por se acharem melhores e donos da razão
Diminuiu se o tempo
E ainda o perdem atoa
Aumentou o emburrecimento
As pessoas já não são boas
Agora estão cada vez mais longe
De decodificar a realidade
Para quebrar paradigmas
E ir além dessas grades invisíveis
Por mais que a noite
Esteja sem lua
Não há nada melhor
Que dormir
Com o baralho da chuva
E eu desligo a mente
Pra não lembrar
Do passando, presente
Ou futuro
Jah é o sol da manhã
É o ar que se respira
Jah é a água
Que nutre a vida
Jah é a imensidão
De céu e mar
É o brilho das estrelas
Em meio a escuridão da noite
Esse é mais um caso
De alguém inocente
Que o seu veiculo
Simplesmente, foi confundido
Isso é lamentável, eu sei
Mas também é revoltante
Continue lendo “Oitenta tiros”